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quarta-feira, 13 de julho de 2016

GUIMARÃES ROSA: O MÁGICO NO REINO DAS PALAVRAS


PROJETO "CONTOS E HISTÓRIAS DE JOÃO GUIMARÃES ROSA"

Neste primeiro semestre de 2016, tivemos exposição e debate sobre as obras de Guimarães Rosa. A atividade foi no CIEP 253, que leva o nome do escritor, e o envolvimento foi de todas as turmas do ensino médio. Entre as atividades realizadas pelos alunos, houve caricaturas, decoração temática, pesquisa bibliográfica, resenhas e seminários sobre algumas obras.  

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Atividades de recuperação

C. E. prof. Murilo Braga

O aluno que está em recuperação deverá fazer as duas atividades abaixo, cada uma valendo de zero a 2,5 pontos. 

ATIVIDADE 1

Aborto

      O primeiro dos direitos naturais do homem é o direito de viver. O primeiro dever é defender e proteger o seu primeiro direito: a vida. O mais elementar direito humano é o de nascer. Os outros –  liberdade, educação, saúde, trabalho, justiça, cidadania – só ganham sentido se houver o ser humano para desfrutá-los. Cercear o direito à vida é negar todos os demais.
      Por outro lado, a Humanidade se divide na hora de definir em qual momento a vida tem início. Seria na concepção? Seria antes? Seria depois? Em torno desta divergência surge a dúvida sobre a legitimidade do aborto. Grupos pró e contra levantam suas bandeiras, centrados no foco de seus respectivos interesses.

      Há posições das diversas ciências como psicologia, antropologia, medicina. Há postulados morais e religiosos. Há as diferentes correntes sócio-políticas.

Elabore uma redação com no mínimo 15 e máximo 20 linhas, explicando sua posição diante desse tema. Dica: para que seu texto seja bem argumentado, pesquise sobre o assunto, busque dados, leia opiniões diversas.

ATIVIDADE 2


Partindo da crítica levantada pelo autor da charge acima, pesquise o que significa a palavra ÉTICA. Use o resultado da sua pesquisa para elaborar um texto crítico com mínimo de 15 e máximo de 20 linhas sobre "O que é ser ético na escola, em casa e na vida social?" 

FAÇA AS DUAS ATIVIDADES E ENTREGUE EM MÃOS NO DIA 8/10 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Recuperação

Colégio Prof. Murilo Braga

Trabalho de reforço para o segundo ano - 2o bimestre


Orientações:
  • Copie e cole em word as cinco questões e responda. Não precisa copiar os textos.
  • Coloque cabeçalho com nome da escola, aluno, número e turma.
  • Salve no seu computador. Abra seu e-mail e envie o trabalho (anexo) para professorguilherme@oi.com.br
  • A data limite é dia 16/7, para que se possa corrigir o trabalho e alterar nota no sistema. Após esse prazo, o sistema bloqueia o lançamento de notas e seu boletim será impresso com a nota atual mesmo.
  • Você tem a opção de imprimir ou fazer o trabalho em papel almaço. Nesse caso, entregue na escola dia 15/7 somente em minhas mãos.



Pena de morte: Em vigor em mais de 50 países, medida não reduziu criminalidade.


      A maioria dos países aboliu a pena de morte, mas de acordo com a Anistia Internacional, hoje 58 países mantêm a punição para crimes comuns. Os motivos mais passíveis dessa condenação incluem homicídios, espionagem, falsa profecia, estupro, adultério, homossexualidade, corrupção, tráfico de drogas, não seguir a religião oficial ou desrespeitar algum padrão de comportamento social ou cultural.
      Cada país possui métodos de execução do condenado. Na lei islâmica, quem trai o marido ou a mulher deve ser morto por apedrejamento. Em países asiáticos, o fuzilamento é o mais usado, e nos Estados Unidos a cadeira elétrica ou a injeção letal são usadas em caso de homicídios qualificados e atos de terrorismo.
      A China é campeã nesse ranking. Estima-se que em 2013 o país realizou pelo menos 4.106 execuções de penas capitais para crimes como fraude fiscal, corrupção e tráfico de drogas. Segundo a Anistia Internacional, sem contar os dados da China, 1.925 pessoas foram condenadas à morte no mesmo ano, 788 foram executadas --um aumento e 15% em relação a 2012 – e 23.392 aguardavam a execução. Os países que mais efetuaram execuções foram Irã, Iraque, Arábia Saudita e Estados Unidos.
      O Brasil não entra nesta lista. Aqui, a pena de morte foi abolida para crimes comuns em 1988. No entanto, a nossa Constituição ainda prevê a pena para crimes de guerra. O Código Penal Militar poderá condenar um combatente por infrações como traição (pegar em armas contra o Brasil), covardia (fugir na presença do inimigo) ou incitar a desobediência militar. Nesses casos, o Presidente da República deve aprovar a execução, que ocorre por fuzilamento. Para especialistas, para dar início a conversas na tentativa de acabar com a pena de morte em outros países, seria de bom tom se o Brasil eliminasse esse artigo da Constituição.
      Quem defende que a pena de morte seja aplicada acredita que ela possa dissuadir uma pessoa a cometer o delito. Mas diversas organizações de direitos humanos afirmam que não existem quaisquer provas de que a pena de morte tenha um efeito redutor no que diz respeito à criminalidade, assim como ela não intimida pessoas ligadas ao terrorismo.
      Outro argumento é que a pena de morte seria antiética e exagerada para crimes considerados banais. Seria ético um Estado que mata? Seria a justiça uma forma de vingança? A pena de morte é a ação do Estado legitimada por uma lei que a autorize. Existe ainda outro aspecto, o mais grave: a irreversibilidade da pena caso a inocência do réu seja comprovada.

1. A pena de morte varia em cada cultura. O texto cita algum exemplo que comprove essa frase? Explique.

2. O Brasil defende o fim da pena de execução, no entanto, carrega em um dos seus artigos da Constituição, punição severa com fuzilamento. Cite as condições para essa pena.

3. O texto cita argumentos contrários à pena de morte. Escolha e reescreva um desses argumentos e, a seguir, faça um comentário (e justifique) a favor ou contra a ideia defendida pelo autor.


Redução da maioridade penal
http://www.mprs.mp.br/infancia/doutrina/id102.htm

José Heitor dos Santos
Promotor de Justiça no Estado de São Paulo

      O maior de 18 anos de idade que pratica crimes e contravenções penais (infrações penais) pode ser preso, processado, condenado e, se o caso, cumprir pena em presídios. O menor de 18 anos de idade, de igual modo, também responde pelos crimes ou contravenções penais (atos infracionais) que pratica.
      Assim, um adolescente com 12 anos de idade (que na verdade ainda é psicologicamente uma criança), que comete atos infracionais (crimes), pode ser internado (preso), processado, sancionado (condenado) e, se o caso, cumprir a medida (pena) em estabelecimentos educacionais, que são verdadeiros presídios.
[...]
      A esta altura, muitos devem estar se perguntando: Mas a maioridade penal não se inicia aos 18 anos de idade?
      Sim e não!
      A Constituição Federal (art. 228) e as leis infraconstitucionais, como por exemplo o Código Penal (art. 27), o Estatuto da Criança e do Adolescente (art. 104) dizem que sim, ou seja, que a maioridade penal começa aos 18 anos, contudo o que acontece na prática é bem diferente, pois as medidas sócio-educativas aplicadas aos menores (adolescentes de 12 a 18 anos de idade) são verdadeiras penas, iguais as que são aplicadas aos adultos, logo é forçoso concluir que a maioridade penal, no Brasil, começa aos 12 anos de idade.
      Vale lembrar, nesse particular, que a internação em estabelecimento educacional, a inserção em regime de semiliberdade, a liberdade assistida e a prestação de serviços à comunidade, algumas das medidas previstas no Estatuto da Criança e do adolescente (art. 112), são iguais ou muito semelhantes àquelas previstas no Código Penal para os adultos que são: prisão, igual à internação do menor; regime semi-aberto, semelhante à inserção do menor em regime de semiliberdade; prisão albergue ou domiciliar, semelhante a liberdade assistida aplicada ao menor; prestação de serviços à comunidade, exatamente igual para menores e adultos.
      É verdade que ao criar as medidas sócio-educativas, o legislador tentou dar um tratamento diferenciado aos menores, reconhecendo neles a condição peculiar de pessoas em desenvolvimento. Nessa linha, as medidas deveriam ser aplicadas para recuperar e reintegrar o jovem à comunidade, o que lamentavelmente não ocorre, pois ao serem executadas transformam-se em verdadeiras penas, completamente inócuas, ineficazes, gerando a impunidade, tão reclamada e combatida por todos.
      No processo de sua execução, esta é a verdade, as medidas transformam-se em castigos, revoltam os menores, os maiores, a sociedade, não recuperam ninguém, a exemplo do que ocorre no sistema penitenciário adotado para os adultos.
[...]

4. Pela sua leitura, identifique a posição do autor do texto em relação ao tema abordado. Justifique com palavras (trechos) do próprio texto.


5. Faça uma redação argumentativa expondo a sua opinião acerca desse tema. Mostre-se contra ou a favor, sempre justificando o argumento. Seja claro e convincente. Utilize no mínimo 8 linhas digitadas (tamanho de letra 12) ou 12 linhas escritas à mão.

terça-feira, 28 de abril de 2015

COLÉGIO LUCENA

Livro paradidático para o segundo bimestre!
clique no link correspondente à sua turma e abra o site de onde você vai baixar seu e-book.

703 - O Gênio do Crime
http://clubedoebook.blogspot.com.br/2013/03/o-genio-do-crime-epub-mobi-pdf-joao.html
Ao abrir o site, clique em
 


801 - A droga da obediência
http://lelivros.ninja/book/download-livro-a-droga-da-obediencia-pedro-bandeira-em-epub-mobi-e-pdf/
Ao abrir o site, clique em
 Baixar em PDF


901 - Por lugares incríveis
http://lelivros.ninja/book/baixar-livro-por-lugares-incriveis-jennifer-niven-em-pdf-epub-e-mobi/
Ao abrir o site, clique em
Baixar em PDF



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

ATIVIDADES TURMA 2008, 2009, 2010

EXERCÍCIOS DE CONCORDÂNCIA VERBAL - SEGUNDO ANO

Faça a concordância verbal correta:

 01.  Campos [são / é] uma cidade fluminense.
 02. Os Estados Unidos [é / são] um país desenvolvido.
03. Metade das alunas [fez / fizeram] o dever de casa.
04. Um bloco de foliões [animavam / animava] a festa de carnaval ontem.
05. Uma porção de pessoas [surgiram / surgiu] do nada.
06. Um bando de ladrões [roubou / roubaram] as casas de praia.
07. A maior parte dos recursos se [esgotou / esgotaram].
08. O povo [aplaudiu / aplaudiram] o candidato.
09. A multidão [invadiu / invadiram] o campo de futebol.
10. A turma [gostou / gostaram] da aula de anteontem.
11. Minas Gerais [são / é] uma bela cidade do sudeste do país.
12. Os Andes [fica / ficam] na América do Sul.
13. A maior parte dos carros [tinham / tinha] defeitos.
14. O bando [fuçava / fuçavam] o cofre à procura de dinheiro.
15. A maioria [está / estão] contra o aumento dos impostos.
16. Fomos nós quem [levamos / levou] o prejuízo com esse produto.
17. Os Lusíadas [tornaram / tornou] Camões famoso.
18. Os Imigrantes [agradou / agradaram] as pessoas que ali estavam.
19. O pessoal não [gostaram / gostou] do carro.
20. Fui eu quem [enviei / enviou] o dinheiro.
21. Vossa Senhoria [está / estais] saindo agora?
22. Vossa Senhoria me [entendeu / entendestes] mal quanto a esse assunto.
23. Vossa Excelência se [complicaste / complicou].
24. Vossa Senhoria [continuais / continua] irritado com ela?
25. Os cardumes [subiam / subia] o mar.
26.  Boletins nunca [teve / tiveram] acento gráfico.
27. A multidão [vociferava / vociferavam] ameaças à autoridade.
28. Uma equipe de policiais [prendeu / prenderam] os malfeitores quando [ saia/ saiam] do banco.
29. [havia/ haviam] muitas oportunidades naquela empresa.
30. Mais de duas mil pessoas [acertaram / acertou] na mega sena.
31. Mais de uma aeronave [caíram / caiu] mês passado.
32. Alguns de nós [viveremos / viverão] até esse ano.
33. Mais de um funcionário público [foram / foi] exonerado(s) do cargo.
34. Mais de uma pessoa se [desacatou / desacataram].
35. As férias dela [é / são] um período de descanso.
36. [Faz/ Fazem] três meses que não a vejo.
37. Preocupação [é /são] coisa que ela não tem.
38. Metade das maçãs [estava / estavam] em excelente estado(s).
39. Nenhum de nós [entendíamos / entendia] isso.
40. Mais de um político se [xingava / xingavam].
41. Quais de vocês me [faria / fariam] essa gentileza.
42. Nenhuma de nós o [viu / vimos]hoje aqui.
43. São Paulo ou Cruzeiro [decidirá/ decidirão] o campeonato.
44. Foram eles quem [datilografou / datilografaram] a carta.
45 Fomos nós que [pichou / pichamos] a parede da residência.
46. Fui eu que [espalhei / espalhou] as fofocas.
47. Vossa Excelência [agiu / agistes] com cuidado.
48. [É/ Eram] nove horas quando ela decidiu sair.
49. Estados Unidos [possuem / possui] grandes jazidas de minérios.

50. Os Três Mosqueteiros [são / é] de Alexandre Dumas.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Atividade de Literatura

SIMBOLISMO - folha de atividades
Turmas 2008, 2009, 2010. 

C. E. PROF. MURILO BRAGA
Aula de Literatura
Professor Guilherme.

A E I O U

Manhã de primavera. Quem não pensa
Em doce amor, e quem não amará?
Começa a vida. A luz do céu é imensa...
A adolescência é toda sonhos. A.

O luar erra nas almas. Continua
O mesmo sonho de oiro, a mesma fé.
Olhos que vemos sob a luz da lua...
A mocidade é toda lírios. E.

Descamba o sol nas púrpuras do ocaso.
As rosas morrem. Como é triste aqui!
O fado incerto, os vendavais do acaso...
Marulha o pranto pelas faces. I.

A noite tomba. O outono chega. As flores
Penderam murchas. Tudo, tudo é pó.
Não mais beijos de amor, não mais amores...
Ó sons de sinos a finados! O.

Abre-se a cova. Lutulenta e lenta,
A morte vem. Consoladora és tu!
Sudários rotos na mansão poeirenta...
Crânios e tíbias de defunto. U.

in: GUIMARAENS, Alphonsus de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1960, p. 506.

1. No poema A E I O U, as vogais que encerram cada uma das cinco estrofes são utilizadas não apenas para efeito de rima, mas para assumir valores simbólicos em relação às fases da vida do homem descritas em cada estrofe. Que estágios da vida são esses?

2. Além das vogais, a que outros elementos algumas das fases da vida estão associadas? Justifique com trechos do texto.

3. Nas três ultimas estrofes o “tom” do poema se altera. Explique em que consiste essa alteração.

4. Que palavras ou expressões são utilizadas para simbolizar essa mudança nas três ultimas estrofes?

5. Leia os seguintes versos:

Mais claro e fino do que as finas pratas
O som da tua voz deliciava...
Na dolência velada das sonatas
Como um perfume a tudo perfumava.
Era um som feito luz, eram volatas
Em lânguida espiral que iluminava,
Brancas sonoridades de cascatas...
Tanta harmonia melancolizava.
(SOUZA, Cruz e. “Cristais”, in Obras completas.Rio de
Janeiro: Nova Aguilar, 1995, p. 86.)

Assinale a alternativa que reúne as características simbolistas no texto:
a) Sinestesia, aliteração, sugestão.
b) Clareza, perfeição formal, objetividade.
c) Aliteração, objetividade, ritmo constante.
d) Perfeição formal, clareza, sinestesia.
e) Perfeição formal, objetividade, sinestesia.

6. "Violões que choram" representa uma das criações de Cruz e Souza. Faça uma analise de suas figuras de linguagens e comente alguns versos.

Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.

Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites da solidão, noites remotas
Que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.

Sutis palpitações a luz da lua,
Anseio dos momentos mais saudosos,
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.

Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
E vão dilacerando e deliciando,
Rasgando as almas que nas sombras tremem.

Harmonias que pungem, que laceram,
Dedos Nervosos e ágeis que percorrem
Cordas e um mundo de dolências geram,
Gemidos, prantos, que no espaço morrem...

E sons soturnos, suspiradas mágoas,
Mágoas amargas e melancolias,
No sussurro monótono das águas,
Noturnamente, entre ramagens frias.

Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

[...]

domingo, 8 de junho de 2014

Trabalho de produção textual


TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO: RESENHA CRÍTICA

    RESENHA: É um texto que, além de resumir o objeto, faz uma avaliação sobre ele, uma crítica, apontando os aspectos positivos e negativos. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião.
   A título de comprovação, basta folhearmos algumas páginas de um jornal de grande circulação que lá ela se encontra. Trata-se de uma seção na qual existe toda uma programação relacionada a eventos cinematográficos, teatrais, shows artísticos, mostras culturais, passeios, dentre outros. Conjuntamente a esta, se encontra aquela direcionada para a crítica, cujo objetivo do emissor é descrever sobre o objeto cultural, podendo referir-se a um livro, filme, peça teatral, CD, entre outros, com vistas a estimular ou não o leitor a apreciá-lo.

Exemplos:

Resenha: Fala Sério, Amiga! - Thalita Rebouças
Livro: Fala Sério, Amiga!
Autora: Thalita Rebouças
Editora: Rocco

    Nesse livro continuamos com a Maria de Lourdes, ou melhor, a Malu e a cada ano de sua vida temos algumas situações que se passaram com ela e com suas amigas. O livro segue o mesmo padrão que os anteriores, em forma de crônicas que, à medida que a personagem vai ficando adolescente, as histórias vão aumentando.
   A Thalita havia me encantado por ser extremamente bem humorada e inovadora em suas crônicas. Nas entrevistas dela, quando lhe é perguntado o que a inspira a criar essas diversas tramas de seus livros, ela sempre responde que é ouvindo a conversa dos outros, seja no elevador, na fila de algum lugar, no consultório médico, enfim... As estórias que se têm nos livros podem ser as mesmas que você já passou, que sua mãe deve ter passado, que as suas primas vivenciaram e é por isso que a Thalita está aí, sempre fazendo sucesso com o seu público alvo.
    A narrativa dela é sempre bem leve e muito engraçada, Fala Sério, Amiga! é super indicado para aqueles dias de fins de semanas chuvosos em que você passa em casa, é um livro para você ler em um dia e se matar de rir de cada situação relatada pela Malu. Em pelo menos uma delas você irá se lembrar de algo parecido que tenha acontecido com você e irá rir mais ainda. Ótima pedida para quem quer uma leitura leve e rápida.


Agora é sua vez: Faça uma resenha crítica sobre a obra O FANTASMA DA ÓPERA, de Gaston Leroux. Entregue digitado ou manuscrito ao professor até o dia 27 de junho. Valor: 2 pontos para produção de texto, e sua resenha será encaminhada também à professora de Língua Portuguesa.


domingo, 6 de abril de 2014

TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO: TROVADORISMO.
Fonte: material Ético, Literatura, capítulo 2.



Olá, caro aluno!
Você responderá e entregará essas questões da seguinte forma: Copie-as e cole-as em uma página de Word e responda as perguntas. Coloque também um cabeçalho. Imprima e entregue na próxima aula, dia 11. É um "dever de casa" que vale uns pontinhos para você. Sue quiser, faça em dupla e coloque os dois nomes na mesma folha. 
Se não tiver como imprimir, escreva numa folha de papel almaço. 

1. A igreja, na Europa medieval, detinha todos os poderes, sociais, políticos, econômicos e até morais sobre o povo. Em reflexo a esse poder, comente sobre as manifestações artísticas dessa época.

2. No início da Idade Média não havia imprensa. Como eram publicados os livros?

3. Em que língua foram escritas as primeiras composições literárias de Portugal?

4. Por que, durante o trovadorismo, a poesia era conhecida como “cantiga”?

5. Descreva o sentimento do eu-lírico nas cantigas de amor.

6. Qual a diferença marcante entre a cantiga de amor e a cantiga de amigo?

7. Explique os dois tipos de cantigas satíricas, demonstrando suas características.


quinta-feira, 20 de março de 2014

LUXO

Crônica da Luxúria

O Nascimento de Vênus, de Sandro Botticcelli

      Talvez você já tenha escutado de alguém frases parecidas com “Legal a reforma, esta casa ficou um luxo!” ou “você está lindo, está um luxo!” não é? A palavra “luxo” hoje em dia traz em si uma conotação de beleza, brilho, transcendência sobre o comum. Mas de onde vem essa simpatia pelo luxo, historicamente condenável em tantas crenças e filosofias, e que modernamente se desdobra para o encantamento do indivíduo com si mesmo, com o que faz e como quer que seja visto?
      Na igreja cristã, a luxúria é o pecado capital mais preocupante, uma vez que, pelo luxo, se descortinam outros crimes morais como vaidade, fetichismo, inveja e até morte. Em outras culturas temos esse estado vinculado a deuses como a grega Afrodite (a Vênus dos romanos), a egípcia Anuket e Tlazoltéotl, da mitologia asteca. Em Bhagavad Gita, livro religioso hindu, o Senhor Krishna disse: "É a luxúria, nascida dentre a paixão, que se transforma em ira quando insatisfeita”. A história nos ensina conceitos muito negativos para o luxo. Acredito que hoje o luxo mistura-se conceitualmente com esplendor, cujo significado está mais para o magnífico, o brilhoso, o lindo.
      Encontrei em textos bíblicos referências ao luxo por meio do vocábulo concupiscência, cujo significado é justamente inclinação à luxúria, aos prazeres pecaminosos: “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” 1 João 2:16. Do que eu gostei e encontrei afinidade com o fenômeno das redes sociais foi “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.” Tiago 1:14. Veja bem, “a sua própria concupiscência” é o sentimento de se parecer luxuoso que cada um de nós leva em nosso id – palavra latina que, em psicologia significa a parte da estrutura psíquica de onde provêm os impulsos instintivos, o princípio do prazer e o desejo impulsivo. É aquele desejo lá no íntimo de mostrar ao próximo que você está comendo uma comida mais cara que o normal, em férias numa linda praia, usando uma roupa elegante ou simplesmente, diante do espelho, mostrar o celular novo e caro. Lembrou agora as redes sociais?
       Luxo é, pois, inerente à existência humana. Não precisa ser rico para ser luxuoso, uma vez que a luxúria está muitas vezes na atitude, e não no status. Ninguém admite, nos conceitos apresentados, que vislumbra ser luxuoso. Prefere-se admitir que alcançou a prosperidade em algum aspecto. Criamos um pedestal para nós mesmos, admitindo ser uma vaidade “sadia”, autopromoção, a ideia de que “nascemos para brilhar”, e assim os espelhos se enchem de retratos efusivos. Nas minhas memórias de leitor, existe o famoso espelho que conversa com a malvada rainha, sendo questionado por ela: "Espelho, Espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu?". Esse conto é tão moderno que assusta. Grande abraço!

Professor Guilherme.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013


O romantismo de se ensinar

          Semana passada, li um bom artigo da escritora Lia Luft para a revista Veja n0 41 da edição 2342, no qual demonstrava sua indignação com a mediocridade da educação brasileira nos dias de hoje.  Claro, quando você pensa em mediocridade na educação, vem à ponta da língua: educação pública.  Mas no tão realista e claro artigo, a escritora, que também esteve tantos anos em salas de aula, convida-nos a pensar sobre o que todos já estão vivenciando e deixando passar despercebido, que é o que chamo de inversão de prioridades. Nessa inversão, o foco da escola passa a ser, a priori, um espaço de socialização, lazer, namoro, passatempo, para depois ser lugar de estudo. E aí, cabem também as escolas privadas.
          A geração dos celulares com múltiplas funções e aplicativos – e, que coisa, telefonar mesmo é o que menos se faz! – tem nesses aparelhos um mundo de informações via satélite. No contraponto disso, o aproveitamento dessas informações é pífio para seu crescimento intelectual, uma vez que se tem apenas o trabalho de busca-las, mas não de pensar, de criticar, comparar. E vemos uma sociedade copista, que apenas reproduz conceitos e modismos, sem nem saber por quê.
          São já comuns as brincadeiras em redes sociais com pessoas que postam mensagens cujo cuidado gramatical é totalmente ignorado. Mensagens despreocupadas com as regras da língua escrita, sem a mínima ideia de que se está abandonando um dos maiores tesouros da nossa cultura, o nosso idioma. E o pior disso, é que esse abandono não é proposital, é por não saberem escrever mesmo. Imagine você, que centenas de alunos do ensino médio não conseguem escrever suas ideias numa página de caderno. Não têm noção da estrutura de um texto, pontuação, vocabulário, letra maiúscula! E digo mais, essa população de alunos chega a concluir o ensino médio e a entrar para a faculdade. Aí, a discussão é sobre os sistemas de ensino e critérios de aprovação.
          No processo em que Lia Luft aponta como “antieducação”, destacam-se ainda a indisciplina e a falta de apoio das famílias. Alunos que desacatam livremente seus professores, não trazem de casa nenhum princípio ou exemplo de respeito, hierarquia, ética. O descaso, portanto, vai além do ensino público. É geral, percebido por qualquer um que visite uma escola hoje. E nesse meio caótico, nós, professores, passamos mais tempo apartando brigas, chamando a atenção dos alunos, sendo agredidos verbalmente, lutando contra os celulares com músicas altas, gritarias, do que dando aula.

          Pois é. Ensinar deixou de ser romântico. Enquanto isso, pais mais preocupados com o capítulo da novela, com o resultado do futebol e ganhar dinheiro para o conforto do lar, não têm tempo para ouvir as lamúrias dos professores, pois a estes cabe mesmo é manter as crianças ocupadas até tocar o sinal da saída.

Professor Guilherme.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Revisando Clarice Lispector: CEST, 3o ano

Sobre Clarice Lispector

A contribuição da obra de Clarice Lispector na Literatura Brasileira está, sobretudo na produção de um romance introspectivo, raridade entre nossa produção literária. Para compreender sua produção literária, é necessário do leitor um preparo psicológico, já que um primeiro contato com a obra causa um estranhamento no leitor; superada essa primeira etapa, é possível reconhecer sua escrita indefinível, uma mistura de prosa, confissão, discursos internos e poesia.
Lispector escrevia para ficar livre de si mesma, para compreender a alma humana. Para ela, escolher a própria máscara é o primeiro gesto humano e solitário. Com uma personalidade intrigante, reconhecia o valor do mistério, do silêncio. Numa última entrevista concedida à determinada rede de TV, ela diz: “Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa. Capta essa outra coisa de que na verdade falo porque eu mesma não posso”.

Fonte: http://www.infoescola.com

A seguir, dois vídeos garimpados da Internet.
No primeiro, uma reportagem: Beth Goulart apresenta o monólogo Simplesmente Eu, Clarice Lispector. A atriz fez a adaptação dos textos da escritora para a montagem e também assina a direção do espetáculo. 


Neste segundo vídeo, uma animação bem legal para "Perto do coração selvagem".





Quinhentismo e Barroco: CEST 1o ano

Barroco: a arte do conflito

      O Barroco foi a primeira escola literária que surgiu no Brasil, mesmo assim não deve ser considerado o início da literatura brasileira. Os textos encontrados no Brasil até o ano de 1600 são históricos (cartas, documentos, tratados e peças de catequese), os quais chamados de literatura informativa.
      No século XVII, o ser humano vive em conflito, atormentado por dúvidas existenciais, dividido entre uma postura racional e humanista e uma existência assombrada pela culpa religiosa. 
      Observe, por exemplo, a tela “O enterro do Conde de Orgaz”, de El Greco.


       Elementos como a presença de Jesus na parte central superior e logo abaixo Nossa Senhora observando um anjo que conduz uma criança – metaforicamente a alma do senhor Orgaz – sugerem tratar-se de uma pintura religiosa.
       Perceba também que há duas dimensões: uma terrestre, onde predomina o escuro, adequada para uma cena fúnebre, e outra celestial, com cores mais fortes e com uma luminosidade que emana da figura de Jesus. A presença do estilo barroco nesse jogo de contrastes é marcante. 
           A seguir, indico um vídeo bem legal para o aluno que quer revisar a matéria: https://www.youtube.com/watch?v=PYILDWC_PSI
Um abraço!
Professor Guilherme.






segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Exercícios complementares sexto ano

Olá!
Trago aqui umas atividades complementares para você que é do sexto ano.  Pode copiar no caderno ou então copiar em World (peça ajuda a alguém) e imprimir. O importante é exercitar!

1)Substitua as expressões em destaque, pelos pronomes oblíquos correspondentes a cada pessoa gramatical, fazendo a construção correta da frase:
1. Eu esqueci eu mesmo do caderno. _____________________________
2. Irei com tu ao cinema. ________________________________________
3. Eu cuidarei de tu, minha filha! __________________________________
4. Eu devolverei o livro para ele. __________________________________
5. Ele levou a mala. ____________________________________________
6. Não reconheci ela. ___________________________________________
7. Trouxeste este presente para eu? _______________________________
8. Eu não encontrei ele, porque já havia saído. _______________________
9. Nós vimos João no cinema. ____________________________________
10. Você resolveu aqueles problemas? ____________________________

2) Preencha as lacunas com um dos pronomes oblíquos: me, mim, comigo, te, ti, contigo.
1. Você sairá _________________?
2. Eu não ____________ lembrei da prova.
3. Este presente é para __________?
4. Entregue _________ o livro amanhã.
5. O professor _________ explicará melhor a lição.
6. Recorrerei a ________ sempre que eu precisar.
7. Iremos _____________ à missa.
8. Minha filha, sempre penso em _______.

3) 



segunda-feira, 17 de junho de 2013

Bienal 2013

       
                                     Por que ir à Bienal do Livro 2013?

      "Uma casa sem livros é como um corpo sem alma." Tal citação atribui-se ao filósofo, orador e grande estilista da prosa, o romano Marcus Cícero. O livro, que, ao longo de gerações, é sinônimo de bem cultural, portador das ideias – como a Enciclopédia Francesa, no século XVIII, a “Internet” da época – é, periodicamente, trazido ao posto de destaque entre estudantes, pensadores, professores e apreciadores, por meio da Bienal.
      Neste ano, não diferente, nossa escola tem a pretensão e a responsabilidade de dar ao educando o contato com o evento, na busca por avivar a potencialidade dos nossos jovens leitores e futuros formadores de opinião. Desenvolvemos projetos pedagógicos com adoção de livros infanto-juvenis, de caracteres didáticos, morais e artísticos, sempre incentivando o prazer pelo consumo de obras enriquecedoras que provoquem a construção do cidadão do século XXI.
      Tão logo esse contato seja atendido, dar-se-á, por parte da equipe docente, toda uma movimentação e organização, desde a construção da conscientização sobre a importância do livro na história intelectual da humanidade, até o estágio em que os alunos estejam também, além de lendo, elaborando suas próprias obras literárias.
      A visitação, portanto, atende à demanda da nossa comunidade por essas obras, e estamos ansiosamente aguardando tal evento onde, certamente, será o clímax, o momento máximo em que convergem todos os planejamentos interdisciplinares deste ano.
       

      Professor Guilherme.

domingo, 9 de junho de 2013

Caça-palavras

Você já brincou de caça-palavras?


O jogo de caça-palavras, ou sopa de letras, é um passatempo que consiste de letras arranjadas aparentemente aleatórias em uma grade quadrada ou retangular. O objetivo do jogo é encontrar e circundar as palavras escondidas na grade tão rapidamente quanto possível. As palavras podem estar escondidas verticalmente, horizontalmente ou diagonalmente dentro da grade. As palavras são arranjadas normalmente de modo que possam ser lidas da esquerda para a direita ou de cima para baixo, sendo que em passatempos de maior dificuldade também pode ocorrer o oposto.


Para brincar, clique no link abaixo e divirta-se!

http://coquetel.uol.com.br/jogar_infantil.php?id=29325